Algumas pessoas criticaram o artigo anterior pelo fato de citar pessoas “muito distantes da realidade brasileira”.
Pois bem, sugiro a verificação dos seguintes links, que contém quadros de professores de Institutos de Computação de algumas das maiores Universidades Públicas do país. Verifiquem que grande parte deles são formados em outros cursos.
O link de mais fácil navegação é o do ICMC-USP, que mostra um resumo da formação do professor ao clicar sobre seu nome, incluindo seu curso de graduação.
Maio 7, 2008 às 12:05 pm
O fato do profissional ser formado em outra área não o descredencia a desenvolver qualquer tipo de trabalho nessa área. Essa vinculação é ridícula. Assim como é ridículo esse projeto como um todo. Garantir o emprego de um imbecil formado em universidade não vai ajudar em nada o desenvolvimento do país na área. Países com muito mais tradição não tem a profissão regulamentada e são líderes na produção de software. A própria SBC, uma entidade de seriedade mais que comprovada, sempre foi contra essa regulamentação e também graças a ela projetos desse tipo cairam por terra. Sugiro aos que acompanham o blog que visitem o site da SBC e tomem ciência da posição da entidade.
Maio 7, 2008 às 1:09 pm
Companheiro Paulo, acredito que lutar pela regulamentação da profissão não só é um direito legítimo, além disso, constitui um ato de proteção do profissional da área como do cliente.
Esse mesmo protesto aconteceu quando da regulamentação dos profissionais de comunicação. Hoje temos nos sindicatos dos Jornalistas de vários estados brasileiros, entidades sérias que zelam pelo profissional éticos e pune aqueles que não honram a profissão.
Lendo o projeto de lei por completo podemos visualizar que o mesmo contempla os profissionais que militam na área, comprovadamente, há pelo menos cinco anos mesmo não tendo cursado universidade.
Esses companheiros também terão seus direitos e deveres assegurados.
E não, não vejo esse projeto apenas como uma forma de assegurar emprego àqueles que cursaram uma universidade, mas sim como uma forma legal de assegurara a todos que zelam por uma organização profissional.
Em qualquer questão sempre haverá opiniões diferentes e isso é sempre salutar.
Maio 7, 2008 às 1:14 pm
Eron,
Um dos problemas é justamente não apreciar os profissionais que não trabalham por cinco anos formalmente, nem os estudantes que atualmente cursam a graduação.
Maio 7, 2008 às 1:19 pm
Pessoal, professor já tem emprego e é regulamentado o debate num era sobre Profissional de informática ? Não entendo o que ser professor tem haver com isso ?
Só para registrar caso alguem não tenha entendido, PROFESSOR É OUTRA PROFISSÃO !!!
Maio 7, 2008 às 1:21 pm
Bruno Rodrigues,
Se o professor é competente, por que uma pessoa com a mesma formação do professor, atuando no mercado, não é competente?
Maio 7, 2008 às 1:25 pm
Pergunto simples e objetiva,
QUEM DE VOCêS AQUI CONTRA A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO TEM A DEVIDA FORMAÇÃO PARA EXERCER TAL TRABALHO ? e quem é contra porque acha que não precisa de um orgão para regulamentar a profissão e garantir que um pirraia de 15 anos faça um programa de spam e saia vendendo ? ou até mesmo que um gênio sem diploma e registro venda um sistema pegue o dinheiro do cara e fuja !! Para isso serve um número de registro, para moralizar a profissão e garantir a sociedade que ela não será lesada !! vocês conseguem entender o que é isso ? Quem garante que um consultar vai fazer seu trabalho direito ? é assim que funciona, se o cara chegar na empresa e roubar dados de segurança, a empresa vai denunciar ele a quem ? e o cara vai continuar fazendo isso sempre !! Vocês precisam pensar um pouco mais e estudar um pouco mais, uma formação adequada seria ideal para canalisar toda essa vontade se trabalhar na área, fazer parte de um meio acadêmico engrandece a profissão e deixa uniforme o crescimento da categoria.
Maio 7, 2008 às 1:27 pm
A Lei tem que ser aprovada sim para retirar do mercado os picaretas que existem por aí. Vão estudar, bando de incompetentes!
Maio 7, 2008 às 1:32 pm
Bruno Rodrigues,
Muitas pessoas aqui são formadas ou estudam outros cursos de graduação que não o curso de Ciência da Computação. Por exemplo os cursos citados anteriormente, que foram marginalizados na criação do Projeto de Lei.
Outras pessoas são profissionais que trabalham na área e concordam que o Projeto de Lei é injusto.
Maio 7, 2008 às 1:34 pm
formado,
Muitos estão estudando em ótimas faculdades agora, ou já se formaram nas mesmas. Estudaram muito para passar no vestibular. Estudaram muito para se formar. Agora, se sentem ameaçados por qualquer pessoa que faça um curso de Processamento de Dados, Análise de Sistemas, ou mesmo Ciência de Computação, oferecido por qualquer faculdade de esquina.
Bom, leve em conta que no seu “incompetentes” você inclui os professores citados, que com certeza deram muito duro para chegar onde estão.
Maio 7, 2008 às 1:42 pm
A questão de regulamentar a profissão é importante para garantir a qualidade e o bom trabalho exercido pelos profissionais da área.
Como toda profissão, a informática até se tornar sólida, requereu a contribuição de outras áreas como matemática e afins.
Um grande equívoco que percebi no comentário dos mais exaltados é achar que vão ficar desempregados. O que pode acontecer é você mudar sua titulação na empresa para outro cargo. A questão salarial vai variar de cada contexto individual dentro da empresa, pois é percebido a questão de ser tratado como um técnico.
O que não acho justo é você qualificar uma pessoa que estudou sabe programar a um outro que passou 5 anos na faculdade aprendendo conceitos, filosofias e fundamentos da área, pois engana-se aquele que computação é apenas programação.
Não vejo porque computação deve continuar sem ser regulamentada e as outras profissões exigirem isso. O que nos diferencia deles?
Maio 7, 2008 às 1:42 pm
ô amigo entenda que professor é outra profissão !!! já se foi dito isso ! A verdade é, quem quiser trabalhar na área porque vai inventar de fazer engenharia ? isso eu nao entendo ? Se fala muito em programação, ótimo programadores… Vocês sabem o que engenharia de software ? Engenheiro de deste ? SQA ? Processo de qualidade deve ser fantasma pra vcs né ? CMMI ? Pojos ? Estrutura organizacional ? arquitetura de sistemas ? Pessoal é isso que sem aprende na faculdade e que fortalece a profissao …
Maio 7, 2008 às 1:44 pm
É INCRIVEL… PEÇA PARA QUALQUER UM QUE POSTOU AS MENSAGENS, PARA ASSINAR QUALQUER COISA COMO CONTADOR, PARA VER SE CONSEGUEM, POIS SE ASSINAREM VÃO PRESOS. AGORA, NA INFORMÁTICA, PODE TER PESSOAS BOAS SEM CERTIFICADOS, MAS TEM MUITOS MICREIOS QUE ATRAPALHA A ÁREA. QUALQUER PESSOA HOJE PODE DAR UM CURSO DE INFORMÁTICA… GENTE ESTA LEI É A MELHOR COISA QUE SURGIU, TEMOS QUE NOS VALORIZAR MAIS E APOIAR ISSO.. PARABÉNS AOS AUTORES DESTA LEI!! NOSSA PROFISSÃO É MUITO NOBRE E PRECISAMOS SIM TER UMA REGULAMENTAÇÃO, RPECISAMOS SER ORGANIZADOS. AGORA O QUE PRECISAS SÃO AS FACULDADES MELHORAREM SEUS CORPO DOCENTE, POIS SENÃO FICARÁ SEMPRE MESMO COM A REGULAMENTAÇÃO A MÃO DE OBRA VERGONHOSA. VOU ALEM, PRECISARÍAMOS TER UMA PROVA COMO A OAB PARA PODER EXERCER A PROFISSÃO.
Maio 7, 2008 às 1:56 pm
Rodrigo,
Em que cargos os profissionais dos cursos citados seriam encaixados?
FERNANDO ZIOLI ALFINI,
OK, mesmo sendo a favor da regulamentação, há de concordar que o Projeto de Lei atual é injusto. Por favor, leia as outras mensagens do blog. O Projeto de Lei tem falhas. Por favor, defenda a regulamentação se for a favor, e não este Projeto de Lei.
Bruno Rodrigues,
Você ainda não respondeu por que os professores citados seriam incompetentes se estivessem atuando no mercado com outras profissões.
Você sabe o que é Geometria Diferencial? FFT? DWT? FIR? IIR? DTMF? Cálculo Lambda? Teoria dos Tipos? Mecânica Analítica? Cálculo Numérico? Então se precisar, vá na Wikipedia, leia sobre isso, e pegue uma boa bibliografia para estudar. Você pode trabalhar com computação mesmo sendo de uma especialização diferente que outras pessoas. Não as impeça de trabalhar por se focarem em outras áreas.
Maio 7, 2008 às 2:10 pm
Caro colega pls607,
o que é o que ? FFT? DWT? FIR? IIR? DTMF? Geometria diferencial e cálculo sem muito bem paguei cadeira na faculdade de ciencia da computação veja que incrível ! Os assuntos que perguntei se vocês sem formaçãos conheciam, são, nada mais nada menos, vítais para garantir que um profissional se diga analista de sistemas ou qualquer outra coisa que o valha !!!
O que está em discução não é a competência a abrangência de conhecimento ! Isso aqui não é gincana !! Quando existe um conselho meu colega, ( DICA: vai no wikipedia é veja o que um conselho e para que serve ), o profissional tem que seguir o que ditar o conselho, garantindo assim para a sociedade a idoneidade do profissional em questão
Maio 7, 2008 às 2:35 pm
pls607,
Como falei, eu sou a favor da regulamentação pelo aspecto de proteção à profissão.
Se alguém trabalha na área e não teve a formação adequada é latente que não tem qualificação COMPROVADA para desempenhar tal função.
Faça uma analogia: Se você é um autodidata em medicina, pode ser que você tenha capacidade de dar um ponto em algum corte, mas você nunca vai poder ser médico.
Porquê? Isso se deve ao fato que um médico estuda para lidar com situações adversas que podem ocorrer em um determinado procedimento. Além disso, pra você ver que a coisa é séria, nem todo médico pode desempenhar qualquer função, para isso existe o que se chama de especialização (cirurgião, pediatra, etc).
Como falei, você resume computação a programação. Duvido muito que alguém não formado tenha competência para desenvolver um software que lide com vidas (softwares para a área de medicina por exemplo) ou que possua requisitos complexos, e isso só estou falando de desenvolvimento de software (1 subárea entre várias outras de computação).
Assim como você respondeu a Bruno teorias e disciplinas específicas de um curso, nós também temos as nossas. Nem por isso se eu tiver conhecimento de disciplinas de outra profissão eu me qualifico como alguém apto para exercê-la.
Infelizmente, você não pode generalizar casos de pessoas competentes mas que não são da área, pois pode acobertar os ruins (e não são poucos).
Como toda área, a regulamentação não garante um bom profissional, mas pelo menos dificulta os picaretas de exercerem a profissão de forma ilegal.
Se for entrar apenas no contexto de programação, porquê não classificá-los como técnicos ou mais adequado – especialista nesse tipo de linguagem? Falta muito conceito e fundamento um programador se igualar a um graduado.
Maio 7, 2008 às 2:57 pm
Eu sou a favor da regulamentação onde exige diploma de superior na área.
As empresas pedem isso em muitas entrevistas. Poucas consideram o desenvolvimento que as pessoas fazem tendo formado em outras áreas. Elas querem diploma na área em sua maioria. São poucos, os realmente bons, que são considerados pela experiência mesmo quando formado em área distinta.
Esses, possivelmente seriam contratados, após a regulamentação, com outro nome de função, para fugir do projeto de lei e da regulamentação.
Em contraponto, algumas vagas interessantes, são ocupadas por pessoas sem formação que demonstraram alguma experiência, ficando com vagas que deveriam pertencer à pessoas daquela formação, como por exemplo cargo de analista sendo ocupado por quem fez apenas técnico, enquanto alguem formado não conseguiu entrar na vaga por talvez ter menos experiencia que essa pessoa de nivel apenas técnico.
Ou seja, é polêmico, mas sou a favor da regulamentação como forma de distinguir os profissionais e estimular a formação de profissionais nas áreas. Mesmo porque, como falei, as empresas criarão novos cargos na hora de registrar profissionais a fim de nao se enquadrarem na regulamentação.
Maio 7, 2008 às 3:02 pm
Desculpem-me, mas eu não estou entendendo qual a intenção desse texto (Blog).
É perfeitamente compreensível a interdisciplinaridade nos cursos universitários (área acadêmica), assim como nas atividades profissionais. Isso não invalida a regulamentação das diversas profissões e, por conseqüência, dos diversos profissionais envolvidos. ISSO é perfeitamente normal, saudável e recomendável. Essa interdisciplinaridade existe em qualquer atividade acadêmico/profissional. Não existe problema algum com esse cenário. Acontece que TODAS as profissões e, por conseqüência, todos os profissionais envolvidos, estão devidamente regulamentados, MENOS os de TIC. Por que ? Qual o pecado que estamos resgatando ?
Se esse é o único argumento para não regulamentar a nossa profissão,… … …, francamente, É MUITO FRÁGIL !
Talvez fosse interessante um argumento com mais fundamentação acadêmico/profissional ou ainda, que fosse avaliada melhor a visão acadêmica que a SBC tem do problema.
Maio 7, 2008 às 3:17 pm
Complementando meu comentário, acho que o que falta na regulamentação é regulamentar outras profissões em suas áreas específicas, como as citadas nesse blog:
Engenharia da Computação
Sistemas da Informação
Física Computacional
Matemática Computacional
De forma que cada profissional dessas areas ocupe cargos nas áreas FORMADAS, ou seja, um “matemático computacional”, não poderia exercer a função de um Analista de Sistemas porque ele nao teria a formação pra isso, e vice-versa. Isso em todas as áreas.
Da mesma forma que hoje vemos Analistas de Sistemas exercendo funções de Técnico de Informática, sendo registrado como técnico de informática as vezes nao tendo essa formação técnica. Porém, muitas vezes um Analista tem o conhecimento que um técnico de informática tem, podendo exercer a funçao, mas acho dificil um matemático computacional, um engenheiro da computação, conhecer funções de um analista de sistemas.
Por isso a regulamentação é válida principalmente nesse ponto, colocar as pessoas com a formação adequada nos lugares adequados, nao se baseando somente nas experiencias que supostamente os profissionais tiveram.
Hoje eu tenho técnico de informática e estou praticamente graduado em análise de sistemas.
O que faço hoje? trabalho como técnico de suporte e estou abrindo um cyber café. Ou seja, uma empresa. Que base eu tenho para abrir uma empresa? Pouca. O que estou fazendo? Correndo atrás, estou fazendo pós na FGV em adminstração de empresas, ou seja, estudando e me adequando conforme a minha necessidade de trabalho. Isso que todos deveriam fazer. Quem é bom na área consegue rendimentos o suficiente pra arcar com os estudos, fora que empresas boas investem em seus funcionários com treinamentos e cursos.
Maio 7, 2008 às 3:36 pm
Bom acho que os quatro últimos comentários fecharam qualquer polêmica o resto é balela !! Vamos Regulamentar e botar pingo no i !!!!
Maio 7, 2008 às 3:48 pm
Alexandre, concordo com você em partes. Realmente devem pensar em regulamentar as outras profissões, bem como os outros Analistas (de Suporte, de Produção, de Segurança de Sistemas, Programador etc)
Mas você levanta um ponto interessante no seu comentário. Você já tem um trabalho fixo na sua área. E quem tem uma formação na área de Analista de Sistemas e começou agora? Ele não vai poder desempenhar a profissão porque lhe EXIGEM 5 anos de experiência? Eu dificilmente encontrei trabalho na minha área aonde moro, só trabalho hoje por um bom salário porque passei em um concurso federal. E quem não teve essa oportunidade? Fazer como o jornal da noite manda!? Sair por ai tentando mostrar o talento sem ter longa data na carteira de trabalho!?
Acho interessante TODOS (inclusive esse que escreve) lerem o projeto, visto que as opiniões divergem aqui. Como o próprio autor do blog já disse em um post passado, ele NÃO É CONTRA a regulamentação da profissão, já que isso é benéfico e todos já expuseram seus pontos a respeito disso, mas sim contra a REDAÇÃO da lei, pois está não é benéfica!
Novamente, concordo com uma regulamentação da profissão, isso só trará benefícios. Como exemplo, posso citar meu local de trabalho: existem ‘profissionais’ aqui que dividem o mesmo cargo que eu mas não tem qualificação para o mesmo; e existem outros que tem um conhecimento maior que o meu, que merecidamente o obtiveram através de Certificações, mas sem um curso superior nas costas! Com o primeiro, sim seria justo tirá-lo do cargo pois não tem formação para a profissão exercida, mas e o segundo caso?! Aprovar uma lei para tirar-lhe o emprego só por questão de inveja e não conformidade por ter conseguido a minha função (novamente, merecidamente) ser ter percorrido o mesmo caminho que o meu!?
Maio 7, 2008 às 3:48 pm
Esta ai uma ótima oportunidade de começar a mudar as coisas, se há professores não habilitados na área em que atuam, parte disso é devido a falta de regulamentação.
Maio 7, 2008 às 4:07 pm
O problema é que o projeto de lei regulamenta TODAS as profissões da área de informática, não somente a de Analista de Sistemas. Fosse somente a de Analista de Sistemas, tudo bem. Mas e os outros tipos de profissionais, como ficam?
Maio 7, 2008 às 4:15 pm
Já se foi explicado acima pessoal, as outras profissões entram em outra categoria não deixaram de existir… é tão difícil de entender isso ? Ninguem vai perder emprego não pessoal são terá um organização, cada um respondendo ao que lhe é de direito e ponto final ….
Maio 7, 2008 às 5:30 pm
Gostei dessa lei, pelo visto vou ganhar aumento de salario, pois sou engenheiro de computacao mas me registraram como analista de sistemas, quero ver mudar para engenheiro de computacao e nao aumentarem o salario.
Maio 7, 2008 às 5:44 pm
Sinceramente, sou totalmente a favor desta regulamentação. Se quase todas as profissões são regulamentadas (Medicina, Odontologia, Advocacia) por que Informática não pode ser???
Na realidade acredito que esse protesto é feito por gente oportunista que quer ter um bom emprego sem precisar estudar, por exemplo, tecnologos que fazem 2 anos de curso, não tem “NENHUMA” matéria referente a Analise, mas somente matérias teoricas de informática. Lamentável esse protesto…
REGULARIZE JÁ!!!!!
Maio 7, 2008 às 6:16 pm
Bruno Rodrigues,
Leia o projeto. Ele coloca Analistas de Sistemas e outros profissonais da área de informática no mesmo saco. Esse é o problema.
Maio 7, 2008 às 6:21 pm
Alexandre Burlacenco,
Eu não sabia que existiam cursos de Engenharia de dois anos. Existem?
petter longds,
Nós corremos perigo. A lei não habilita os formados em Engenharia da Computação a trabalhar na área. E o CREA não é envolvido em parte nenhuma nisso.
Maio 7, 2008 às 6:43 pm
Alexandre Burlacenco,
O Projeto de Lei já inclui os cursos tecnologos de dois anos. Uma das críticas é justamente não incluir cursos de Engenharia da Computação e cursos de Bacharelado da área. Por favor, leia os artigos do blog antes de criticar.
Maio 7, 2008 às 6:52 pm
Bruno Rodrigues,
Finalmente seu ponto ficou claro. O que estava gerando o desentendimento foi levar em conta que você teria lido uma das primeiras críticas que foram realizadas neste blog, a de o Projeto de Lei especificar, em suas primeiras linhas, que o mesmo se aplica não somente à profissão de Analista de Sistemas, mas também de “outras profissões da área de informática”.
Desta forma, o Projeto de Lei literalmente marginaliza outros profissionais da área de informática, que não os analistas, exigindo que eles tenham a mesma formação dos analistas.
O ponto principal da crítica do blog sempre foi a redação do Projeto de Lei. A questão de a regulamentação ser necessária ou não sempre gerou muitas dissensões, sendo até agora não tratada em nenhum dos artigos do blog (somente em comentários de leitores).
Maio 7, 2008 às 10:31 pm
Bruno Rodrigues
Lendo suas opiniões , defini seu perfil de pessoa .
O Senhor é um tipico Brasileiro antiquado , que quer ter sua profissão garantida para não correr riscos de ser demitido , ou o que parece mais provavel , ser substituido por um mais competente , que em suas palavras é um vulgo “pirralho” que nem se formou ainda querendo seus direitos .
Por causa de posições antiguadas como esta que um físico com mesma formação de um engenheiro civil , so pode construir uma ponte , com uma jurisprudencia que leva em media 5 anos para ser conseguida .Pois os engenheiros tem garantia de emprego e MONOPOLIO dos direitos .
Acha justo ?
Um “pirralho” que muito provavelmente tem mais competência que o senhor , não poder exercer sua profissão pois vocês querem garantir uma reserva de mercado , eliminando os físicos , os físicos computacionais ,ou outros profissionais que tem uma formação equivalente em matéria , ou superior ,que os formados em ciência da computação tem?
Acho justo que o CREIA faz ,não aceitando ARTs assinadas por físicos que comprovam que fizeram a mesma equivalência de materia ?
Se isto é ter um Conselho , para o senhor ,reconstruo denovo sua tipica imagem ,
deve ser um tipico brasileiro , que sonha em ser um funcionário fantasma publico que
por Lei não pode ser mandado embora , ao menos por justa causa , e no final do mes tem seu salario garantido
Que me diz ?
Será que os “pirralhos” graduandos que nem se formaram são tão ignorantes assim , ou pior os outros formados ,também não teram seus direitos
Simplesmente um dos inventores da linguagem C a mais usada no mundo não era formado em ciência da computação , e segundo sua visão ele é so um “pirralho” que roubou seu emprego , que polui o mercado
Reveja seue conceitos , e reflita que “Você pode ser melhor que muitos , mas com Certeza tem alguem melhor que você ” , pode ser que não seja formado em ciência da computação , mas teve que fazer os mesmos esforços estudando
Reflita , e não se entitule como a Voz que Dita o que é certo
Maio 8, 2008 às 10:01 am
Olhe, acho que falar de competência é algo que vc não pode fazer !! Você não sabe nem interpretar um texto. É até complicado lhe explicar, não tenho receio algum pelo meu emprego caro colega, sou formado, tenho certificado java e procuro sempre estudar e estar atualizado, o que foi dito é que é preciso sim um conselho para garantir o cumprimento da ética dentro da profissão! Será que vc consegue entender o que digo? pergunta a alguem, algum amigo seu que já tenha estudado direito, para que serve um conselho de profissão! E isso não tira emprego de ninguem caro e inocente colega, só faz enquadramento de cada num no seu devido cargo e responsabilidade de ocupação. Mas um vez vc acha que vai perder o direito de trabalhar na área, não é isso! A profissão cresceu com contribuição de muitos profissionais de áreas distintas, assim, como qualquer outra profissão, só que uma vez evoluída e maturada, deve-se agora dar nomes aos bois, tenter lhe explicar o mais simplório possível
espero que seu amigo de direito lhe explique tudo direitinho.
Maio 13, 2008 às 10:22 am
Minha posição coincide com a da SBC. Para quem tiver interesse, leia o FAQ que publicaram:
http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-faq.html
Aviso: os que desejam garantir seu emprego à força, pela criação de um conselho regulatório, esse FAQ é um belo banho de água fria. E a julgar pela atuação histórica dessa entidade, esse PL também cairá por terra. Quem quiser empregro, vai ter que demonstrar competência utilizando seu trabalho e não o diploma.
Maio 17, 2008 às 12:06 am
Venho por meio desta fazer uma denúncia de preconceito e discriminação contras os Tecnólogos, por parte da Petrobrás. Em seu último edital de concurso público, o processo PETROBRAS/PSP- RH-2/2008 – EDITAL N° 1, além de nunca disponibilizar vagas para esta categoria, colocou o seguinte parágrafo no edital:
3.9 – Para todos os cargos, não serão aceitos cursos de Tecnólogo ou Licenciatura, com exceção do cargo Profissional de Ciências Humanas e Sociais Júnior – Pedagogia, onde é prevista a formação em Licenciatura Plena.
Segundo pesquisas, os alunos matriculados nos cursos tecnológicos representam apenas 4% do total de alunos de cursos superiores. Esta porcentagem é extremamente baixa, se comparada aos números encontrados nos países desenvolvidos, nos quais o total de alunos de cursos tecnológicos chega a 50%. A baixa quantidade de alunos deve-se principalmente ao fato dos cursos tecnológicos terem sido regulamentados há poucos anos. Criados em 1996, os primeiros cursos somente foram lançados pelas Instituições de Ensino Superior no início da década atual. O crescimento acelerado das vagas disponíveis e do total de alunos matriculados, porém, parecem indicar que rapidamente a porcentagem de alunos de cursos tecnológicos alcançara os patamares encontrados nos países de primeiro mundo.
A Petrobrás recentemente lançou o Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), a empresa oferece vagas para cursos gratuitos de capacitação em níveis básico, médio, técnico, superior e inspetores. Candidatos que ingressem no curso e estejam desempregados têm direito, inclusive, a bolsas-auxílio que variam de R$ 300 a R$ 900.
Diante dos fatos apresentados, como se explica a recusa desta empresa de alunos egressos dos cursos superiores de tecnologia? Por que o governo federal mantém os cursos de tecnologia nas universidades públicas, se ele é o primeiro a negar emprego para a categoria? Se a Petrobrás necessita de mão de obra especializada, porque não contratar tecnólogos, profissionais capacitados em cursos superiores?
É vergonhosa a situação imposta pelos burocratas da Petrobrás, demonstra sua falta de visão, acomodação e necessidade urgente de reciclagem. O fato ocorrido no último concurso desta empresa é caso de polícia, talvez até de prisão dos responsáveis pelo edital, pois ele demonstra claramente que eles têm preconceitos contra uma determinada categoria profissional.
Espero que as autoridades do país tomem as medidas legais cabíveis.