Para refrescar a memória de algumas pessoas que acham que apenas os formados em Ciência da Computação teriam direito a trabalhar com Computação:
- Brian Kernighan – Um dos criadores da linguagem C, da linguagem AWK, e de vários utilitários do Unix original. Formado em Engenharia Física. Doutorado em Engenharia Elétrica.
- Dennis Ritchie – Um dos criadores da linguagem C e do Unix, e grande contribuidor do Plan9. Formado em Física e em Matemática Aplicada.
- Donald Knuth – Pai da análise de algoritmos. Criador do TeX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Bacharelado em Ciências. Doutorado em Matemática.
- Andrew S. Tanenbaum – Criador do MINIX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Física. Doutorado em Física.
- John von Neumann – Pioneiro da computação. Formado em Engenharia Química. Doutorado em Matemática, Física Experimental e Química.
- John Backus – Criador da linguagem FORTRAN, e um dos desenvolvedores do padrão da linguagem ALGOL. Curso superior incompleto em Química. Teve treinamento em Medicina pelo exército. Mestrado em Matemática.
Maio 7, 2008 às 10:57 am
Você não pode basear-se em algumas exceções para tratar de algo tão sério. Os tempos são outros, hoje existem cursos específicos para computação, as universidades no Brasil são outras. Você está avacalhando uma discução sério com comentários mediocres.
Maio 7, 2008 às 11:01 am
Anderson,
Então você acha que apenas os formados em Ciência da Computação podem trabalhar na área? Por que outras pessoas, que aprendem computação em seus cursos, não estão habilitadas? E por que não os auto-didatas? Por que os empregadores não podem decidir a quem contratar por meio do currículo por completo, e não somente pelo curso?
Os tempos são outros? Muitas das pessoas citadas ainda estão vivas.
Exceções? Por favor realize, então, uma prova comparando os conhecimentos dos estudantes dos cursos de Engenharia, Física, Matemática e Química de sua Universidade com os conhecimentos dos estudantes do curso de Ciência da Computação e apresente os resultados.
Maio 7, 2008 às 11:22 am
kaka!
Hipócrates foi a figura mais importante da medicina e não era médico…
péssimo argumento!
Maio 7, 2008 às 11:23 am
pls607 ou seja lá qual for seu nome,
Um profissão é regida por codigo de ética e princípios, se vc quer entrar no mercado de trabalho tem que ser responsável !! Posso estudar direito e saber mais que qualquer advogado concorda ? e porque não posso ser um advogado? É só vc pensar um pouco que vai entedar que está totalmente equivocado ! Se engenheiro quer fazer gracinha na profissão dos outros, faça vestibular de novo !!! Ou Teste de vocação profissional.
Maio 7, 2008 às 11:24 am
diogo,
A maioria dos nomes da lista se formou em tempos nos quais já existia o curso de Ciência da Computação.
Maio 7, 2008 às 11:26 am
Diogo isso que vc falou foi piada né ?
Sério mesmo, será que estamos mesmo em 2008 ? Agora fiquei com medo !!
Maio 7, 2008 às 11:26 am
Muitas pessoas se enganam quanto às vantagens da existência de uma regulamentação dessa natureza. Não é tão sabido que a finalidade de um conselho regulatório não é, de forma alguma, proteger o profissional, mas o consumidor. Para a proteção do profissional exitem os sindicatos de classe. Mas na nossa área, a justiça comum pode ser e é usada para julgar casos de discordância comercial.
Aprovar uma regulamentação dessa natureza significaria podar uma das maravilhas da informática: a liberdade de qualquer um poder desenvolver software. Conheço dono de transportadora que desenvolveu seu próprio software. Muito bom, por sinal. Conheço médido que desenvolveu o software de sua clínica. Também muito bom. Essa é a maravilha a que me refiro. A liberdade que o indivíduo tem de fazer o que bem entende.
Os maus profissionais existem. Aos montes. Mas a justiça comum, e em especial os Tribunais que tratam de pequenas causas de forma mais rápida, podem muito bem resolver questões legais.
Pra mim esse projeto é mais uma tentativa de conseguir que alguns poucos consigam um ótimo emprego ganhando muito sem fazer nada. Ou vocês acham que arrecadar anuidades dá trabalho? Balela. Que venha a SBC para nos proteger desses pilantras. Mais uma vez.
Maio 7, 2008 às 11:27 am
Bruno Rodrigues,
Advogados e médicos são profissionais liberais. Pessoas da área de computação muitas das vezes são contratadas por empresas. Por que o empregador não pode decidir qual é o melhor empregado para a sua empresa?
E sobre os outros cursos da área de computação que não são incluídos no Projeto de Lei? As pessoas aprendem computação em seus cursos, mas o texto diz que não devem ser reconhecidos.
Maio 7, 2008 às 11:31 am
Bruno Rodrigues,
É mais fácil citar pessoas conhecidas do que citar desconhecidos que ninguém conhecerá. E para uma pessoa ficar conhecida e ganhar fama e respeito, na maioria das vezes é necessário algum tempo. Por isso as pessoas da lista ou são velhas, ou estão mortas.
Se quiser, podemos fazer uma lista de profissionais formados em outros cursos que trabalham com Computação e que executam muito bem suas funções. Basta olhar os quadros de professores das maiores Universidades Públicas do país.
Maio 7, 2008 às 11:39 am
Vocês sabem o que é um conselho ? Código de ética ? Anarquia não funciona !
Se quiser trabalhar na área que seja do conselho de informática, hoje o que existe é uma marginalização da profissão !! Engenheiro é profissional liberal tambem ? Analista de sistema tambem é, o que são os consultores afinal ? Amigo vida acadêmica não tem nada haver com mercado de trabalho !!! Vcs querem fugir é de uma formação porque pensam que sabem de tudo já. A questão não é saber ou ser competente, é seguir um conselho e ser responsável pelo que fizer na profissao ! Pessoal vamo brincar de levar a profissão a sério !!
Maio 7, 2008 às 11:40 am
Bruno,
sim foi piada
assim como acrescentar na lista Andrew S. Tanenbaum…
Maio 7, 2008 às 11:43 am
Bruno,
Você se esquece que existem tribunais de justiça no Brasil?? Não vivemos uma anarquia. Alias, você desconhece o estado de direito e o estado democrático, não é mesmo? Pois está se esquecendo que existem tribunais de justiça (trabalhistas e civis) para dirimit problemas na sociedade civil.
Se você tem um problema em um contrato, processe na justiça. Esse mecanismo que você busca já existe!
Maio 7, 2008 às 11:45 am
pls607
A maioria dos nomes listados são anteriores a discussão sobre a regulamentação da profissão, e, mesmo que fossem contemporâneos, não era profissionais que seriam regidos pelo conselho federal (por não atuarem no Brasil…)
Não estou entrando no mérito do projeto de lei, só estou afirmando que este post foi desnecessário, infantil e não acrescenta nada a discussão sobre o projeto de lei.
Maio 7, 2008 às 11:45 am
Diogo meu inocente colega,
Não confunda contribuição acadêmica e científica com mercado de trabalho e profissão !
Eu lhe pergunto um matemático pode construir um prédio ? e pelo que sei eles são os maiores colaboradores para o crescimento da engenharia, sem falar nos filósofos que tambem são matemático, tu moraria num prédio feito por um filósos ??
ahahahahahahah vcs são muito inocentes !! Desculpa falar…
Maio 7, 2008 às 11:51 am
Bruno Rodrigues,
É por causa dessa separação acadêmica e científica do mercado de trabalho que o Brasil desenvolve tão pouca novidade tecnológica. Separar as duas coisas não é uma coisa boa.
Maio 7, 2008 às 11:54 am
Diogo,
O único objetivo deste post foi contrapor os argumentos de pessoas que dizem que o curso de “Ciência da Computação” é o único que deveria existir na área de Computação, desprezando os outros (este é o motivo daquele pequeno texto antes da lista). Desculpe se deixou outra impressão.
Esse tipo de comentário, desprezando outros cursos que não o de “Ciência da Computação”, era muito observado em resposta a posts anteriores deste blog.
Maio 7, 2008 às 11:55 am
Acho curioso que essas mesmas pessoas que agora bradam por regulação são, em sua maioria, a favor do liberalismo econômico e a mão invisível do mercado regulando tudo. “A filosofia do estado mínimo é ótima, desde que não me atinja”, devem pensar uns aí…
O que está acontecendo, na verdade, é exatamente o contrário. É uma interferência do governo no mercado, ditando quem pode e quem não pode exercer certas funções. Só vi isso acontecer uma vez, num conjunto de países na ásia que se desmancharam há cerca de 20 anos…
Maio 7, 2008 às 12:09 pm
Conheço ótimos programadores, e quando digo ótimos, são caras bons mesmo. O estranho é que a maioria deles não tem formação em computação…
Inclusive, acredito que a maioria, professores universitários de Institutos de Computação não tem formação em nível de graduação na área de computação. Além de tudo, não acho que um pedaço de papel falando que você freqüentou 3, 4 ou 5 anos em um curso durante um determinado período diário certifique que você é bom.
Maio 7, 2008 às 1:14 pm
Pessoal,
Vocês falam que professores são isso são aquilo, vocês sabem o que é Profissão ?? Se o cara é PROFESSOR, ele não tem nada haver com o debate ! E amigo, não confunda tambem pesquisa com meio acadêmico, paises de primeiro mundo fazem pesquisa fora do meio acadêmico ! as empresas investem em pesquisa isso quer dizer, contratam pessoas do meio acadêmico para fazerem suas pesquisas ! O que não acontece no Brasil ! aqui para que exista pesquisa é preciso o governo financiar ! essa é a diferença e só se pesquisa dentros das universidades ! Onde muitos de vocês precisam passar para entender como funciona um organização acadêmica que deve ser monitorada por um conselho que é de direito. Este conselho por sua vez, é responsável por monitorar e garantir que o profissional da área está sendo ético e responsável! Mas sem formação vocês nunca vão entender isso … É uma pena …
Maio 7, 2008 às 1:21 pm
Independente da regulamentação, o problema é: as empresas não querem pagar o que SEU trabalho BEM FEITO vale!! Sempre que conseguem, lotam as vagas com estagiários recebendo míseros 300-700 reais.
Maio 7, 2008 às 1:23 pm
OVR75,
E isso não vai mudar restringindo a profissão a alguns poucos cursos, que podem ser encontrados em qualquer faculdade de esquina. Só vai encher os bolsos das tais faculdades, enquanto o mercado de trabalho é prejudicado e a qualificação dos profissionais continua na mesma.
Maio 7, 2008 às 1:26 pm
Bruno Rodrigues,
Justamente. No Brasil existe pouca pesquisa no mercado, e isso só vai piorar com o Projeto de Lei. Proibindo pessoas formadas em cursos que são tradicionalmente ligados à pesquisa de trabalhar na área de computação, é colocada mais uma barreira à realização de pesquisa na indústria do país.
Maio 7, 2008 às 1:31 pm
Daí deve-se concientizar os estudantes do colegial que não enfiem o dinheiro deles (ou do fomentador deles) em qualquer faculdade de esquina e comece a cobrar ensino de qualidade e grade curricular adequada no MEC; Que as pessoas capacitadas como o colega Acquadro terminem a faculdade.. e por aí vai. Cada coisa a seu tempo. E que o governo não apenas dite leis e sim proporcione condições decentes para a população.
Maio 7, 2008 às 3:17 pm
Pelo teor dos comentários, acho que o melhor mesmo é fecharmos todos os cursos da área de Computação no Brasil. Afinal, se não precisa ser formado em computação para ser um “excelente” profissional na área, fechemos os cursos e vamos todos fazer química, matemática, física, medicina, administração, etc. para atuar na área de Computação.
Quanto aos nomes citados no post: que tal citar um com menos de 50 ou 60 anos de idade? Além disso, luminares capazes de atuar em todas as áreas (vide Leonardo da Vinci) existem, mas são muito poucos para suprir a demanda por software. Mas e o que fazer com um “joão-ninguém” que fez mal-e-porcamente fez um curso de administração e resolve tornar-se “analista de sistemas”? Como evitar que pessoas sejam enganadas por um picareta como esse? “A justiça”, dirão vocês. Só não esqueçam que a justiça brasileira quando não falha, tarda.
Maio 7, 2008 às 5:22 pm
Gostei dessa lei, pelo visto vou ganhar aumento de salario, pois sou engenheiro de computacao mas me registraram como analista de sistemas, quero ver mudar para engenheiro de computacao e nao aumentarem o salario.
Maio 7, 2008 às 7:11 pm
ledzep,
Favor ler o post complementar a este. Lá são citados nomes “mais contemporâneos”.
Maio 7, 2008 às 10:35 pm
O mercado de informática esta bagunçado e cheio de profissionais medíocres e sem formação, que acham que sabem de tudo, esquecendo que conhecimento formal é necessário e não apenas o “autoditatismo” sem metodologia, padrão e avaliação.
Já faz tempo que nossa área precisa de profissionais qualificados e cada vez mais as empresas estão reconhecendo isso. Não que isso defina um bom profissional, mas com certeza dá uma experiência fromal melhor do que quem não tem. Basta reparar como aumentou a exigência para se conquistar um espaço no mercado. A 5 anos atrás, muitos bons profissionais formados eram desvalorizados, pois existiam aqueles que se diziam conhecedores de tecnologia sem formação formalizada, porém ao longo do tempo o mercado foi e esta cada vez mais entendendo o conceito de que barato sai caro, falta de formalização traz falta de qualidade, trabalho com qualidade e estudado exige formalização.
A lei não é tão radical, só para constar ,profissionais que já atuam a mais de 5 anos ,comprovadamente, poderão atuar sim. A questão é que surgiu a quebra de um paradigma e muitos estão com medo. Já vi muitos profissionais sem formação, se acharem os melhores por não terem estudo e estarem em situação boa no mercado, porém, muitas vezes não tinham consciência das besteiras que faziam ou de como eram desorganizados. Chegavam as vezes a debochar de quem estava ou esteve na universidade. Disso esta cheio. Sei que existem profissionais sem formação acadêmica excelentes, mas com certeza são minoria e não tem do que se preocupar, pois com certeza já atuam no mercado a mais de 5 anos.
Para quem aompanha ou atua em processos seletivos, é alto o número de profissionais que se dizem os maiorais, que sabem tudo, e quando chegam para uma avaliação técnica se borram, são sem ética, chegando ao cúmulo de usar de pendrive ou ftp, para “colar”. Sem contar que tinha documentação para consulta. A falta de formalização e regulamentação, favorece a falácea e a anarquia, Até mesmo quando conseguem uma vaga, são sem ética, são desorganizados, informais, sem preocupação alguma com metodologias e conceitos, as vezes fazendo as empresas investiem para depois perceberem o erro que cometeram. Aliais, falou em organição e padronização, é impressionante verificar como a maioria sem formação é contra. Quem nunca ouvi dizer que “Esta foda de achar profissional qualificado no mercado de TI?”.
Bem, as coisas estão e irão mudar, bom para quem esta em dia, ruim para quem ainda não percebeu que tem muito o que aprender.
Mas lembrando aos exaltados e aos bons profissionais. Nem todos os formados são bons profissionais, mas com certeza os que tem formação, na maioria das vezes conquistam mais no mercado, pois sempre buscam se aperfeiçoar. Nem todos sem formação são profisionais ruins, mas com certeza é uma minoria destes que se destacam.
Maio 11, 2008 às 7:44 pm
Eu acho que toda profissão tem que ser reconhecida e ter um conselho para proteger seus filiados a a sociedade do mal uso da profissão. Se você quiser ser um médico terá que estudar muito e se formar, então se você quiser trabalhar na área de informática. SE FORMA TAMBÉM PORRA! Porque as outras profissões são assim e alguns de vocês teimam para que a infomática não seja. Vão estudar… Eu tô ralando para me formar não é a toa não! QUER TRABALHAR NA ÁREA, SE FORMA CARALHO! TODO EMPREGO É ASSIM!!!!
Maio 25, 2008 às 2:52 pm
Aos defensores da lei deixo uma pergunta:
Por que nos países desenvolvidos não existe tal regulamentação e tudo funciona normalmente?
Será que lá não existem os maus profissionais também?
Quando adquirem algum produto via internet destes países, vocês questionam se o desenvolvedor possui diploma?
Questionam a nacionalidade do desenvolvedor?
Não será um brasileiro?
Maio 28, 2008 às 12:36 pm
Eu vivo no Brasil, o meu país é minha referência. Os outros países sigam suas regras e que nós criemos as nossas. Somos soberanos e com total capacidade de criar as nossas próprias regras e sermos melhores. Porém o meu país esta desorganizado e cheio de gente desorganizada, e que pelo visto, não quer organização. E o que vejo cada vez mais, é que tem gente com medo de organização e regras. Afinal, querem que o nosso país evolua ou não? Toda evolução tem regras, valores bem definidos, cultura focada na soberania de um país, investimento interno, educação de qualidade, ética, formalização, bons salários, boas universidade. Chega de imitar os outros. Chega de tirar vantagem. Chega de desorganização. Se quisermos ser os melhores, temos que nos organizar e nos regulamentar.
Setembro 22, 2008 às 10:07 pm
Galera, parece que o movimento parou…
Mas o senado está movimentando:
“PLS 00607 / 2007
02/09/2008 CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania
Situação: PRONTO PARA A PAUTA NA COMISSÃO
Recebido o relatório do Senador Marconi Perillo, com voto pela aprovação do Projeto nos termos do Substitutivo da CCT, com a Emenda que apresenta. Matéria pronta para a Pauta na Comissão.”
Acho que o maior problema está na redação e não na proposta!
Existem conselhos para administração, contabilidade e até para músicos. E isto não impede de você administrar uma empresa ou fazer sua contabilidade!!!!
Acho que todos podem se tornar analistas de sistemas, mesmo não sendo formado. Mas todos que forém profissionais (credenciados pelo conselho ) deverão ser responsabilizados pelos seus atos!
Outubro 2, 2008 às 7:06 am
De acordo com o seu raciocíno poderei então inferir que se hipoteticamente o piloto de fórmula 1 Michael Shumarker viesse visitar o Brasil este não precisaria de Carteira de Habilitação ou outra autorização legal do nosso governo para conduzir um veiculo auto motor no nosso país…???
Novembro 12, 2008 às 12:39 pm
Regulamentação é importante, para qualquer área de conhecimento. Como bacharel em ciência da computação com forte embasamento matemático eu poderia lecionar matemática para ensino médio, técnico ou superior até…. mas não: em ciência da computação não há base didática, não há estudo de normas e responsabilidades legais para esta atividade, não há estágio supervisionado para a atividade de ensinar matemática.
Mas eu sei matemática. E sou bom.
Porém assumir um cargo implica em relação com ‘consumidores’ e responsabilidades com eles, e acredito sinceramente que esses hipotéticos alunos devam ser protegidos de alguém com conhecimento prático mas sem embasamento algum para ensinar. No caso Eu.Trata-se de um contra exemplo simples… há outros:
Quem faz biologia sabe sobre açucares e gorduras… porque não podem eles mesmo recomendar dietas?
Devemos acompanhar a aprovação de quaisquer leis, em especial esta, mas a princípio não há nada que deva ser alterado.
Sim à regulamentação.
Julho 13, 2009 às 4:18 pm
[...] http://pls607.wordpress.com/2008/05/07/grandes-nomes-da-computacao-que-nao-eram-formados-em-computac... [...]
Setembro 10, 2009 às 3:20 pm
@Diogo “Mas sem formação vocês nunca vão entender isso … É uma pena …”
Bom, seguindo esta idéia, poderia ser formação científica em qualquer curso, não? Pq o BCC?
Se uma empresa não consegue, ou não quer, separar profissionais bons de ruins, mediante qualquer credencial que ele possa apresentar, vamos pedir isto ao estado? O estado vai ensinar o empresário, na *marra*, que conhecimento é bom para os negócios? O estado conhece mais sobre seu negócio que você?