Alguns pontos abordados neste blog têm causado desentendimentos, observados nos comentários aos artigos. Abaixo, ressaltamos alguns pontos importantes sobre o Projeto de Lei PLS 607/2007.
- O Projeto de Lei não regulamenta somente a profissão de Analista de Sistemas, mas sim qualquer profissão da área de informática. Tais profissões serão consideradas profissões correlatas à de Analista de Sistemas, obedecendo às mesmas regras.
[...] o exercício das atividades de análise de sistemas e demais atividades relacionadas com a Informática, observadas as disposições desta Lei.
- Apenas os possuidores de diplomas em Análise de Sistemas, Ciência da Computação e Processamento de Dados podem exercer a profissão.
os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;
Maio 7, 2008 às 10:05 pm
Porque, ao invés de dizer não a medida, não aproveitar a discussão para corrigir o texto??? Exigir que se façam os complementos, pois li o texto da proposta e não achei erro na proposta em si. Porém concordo que cabe complemento do texto e que mais alguns cursos deveriam ser considerados.
Porém sem regulamentação cabe um exemplo um pouco forte mas que hoje pode ser realidade.
Um bacharel de ciência da computação que aprecie direto não pode advogar, pois a OAB irá exigir o seu registro, conheço muitos profissionais de outras áreas que hoje estudam direito para poder tirar o título da OAB, ou seja, estão “certificando” frente a sociedade o conhecimento que já possuem. Porém sem regulamentação um advogado entusiasta de informática pode criar um software qualquer vende-lo sem que ninguém o incomode. Não acho isso justo com quem passou 5 anos se especializando nessa área.
Maio 7, 2008 às 10:48 pm
Bruno Arriel Rezende,
É esse o espírito da coisa, refletir sobre a redação do Projeto de Lei. Muita gente interpretou errado. O fato é que é perigoso aprovar o Projeto de Lei como está, principalmente por, pelo texto atual, abranger todas as profissões da área de informática.
Maio 7, 2008 às 11:20 pm
O MEC regularizou muitos cursos de informática. Essa lei não vai passar por cima do MEC, deve haver alguma adaptação colocando mais cursos elegíveis à carreira.
Maio 8, 2008 às 12:31 am
Daniel Ruiz,
Na dúvida, é melhor não arriscar, e pedir que a redação do Projeto de Lei seja alterada.
Maio 8, 2008 às 1:48 pm
NÃO CONCORDO. Isso é sem o menor respeito ao profissional que tem aptidões ou talento nato para trabalhar com informática. Muitos milhonários ou melhor bilhonários formados e outros não, mas trabalham em áreas totaolmente diferentes de sua formação ou atividade. Um exemplo é o dono da maior franquia do mundo “SUBWAY” mais de 26.000 MIL lojas no mundo ele é formado em medicina, mas começou fazendo sanduiches e hoje é dono de um Império. Sou formado em Psicologia e trabalho a anos e sempre com TI ou TIC e trabalho em uma multinacional a mais de 7 anos, vou fazer o que! Tenho jeito e gosto muito de TI. Negar uma pessoa que gosta do que faz e bem é preconceituoso e rídiculo. Ninguém é obrigado a contratar quem não deseja!!!! A empresa tem o direito de contratar quem melhor faz o serviço ou trabalho!!!! Os clientes o direito de ter o melhor profissional sendo formado ou não e ná área que for. Eu tenho o direito de contratar quém melhor faz o trabalho, com mais eficiencia e com segurança, respeito e qualidade!!!
Maio 8, 2008 às 3:34 pm
Para isso vai ser bom quem é engenheiro vai ser registrado como engenheiro e nao mais anal de sistemas,
Maio 8, 2008 às 4:19 pm
Sou totalmente contra essa regulamentacao. A lista que voce elaborou eh uma prova cabal para nossos argumentos. Quem deve estar feliz da vida sao os donos dessas faculdades que soh fazem vender diploma. No post anterior teve um cara que falou que os frentistas fazem um curso de Java e roubam as vagas do mercado. Cara, se essa mao de obra barata estah impedindo voce de entrar no mercado, eh porque voce eh RUIM, soh isso. Nao arrume desculpas para a sua falta de competencia. Estou a 3 semestres de terminar meu curso e estou empregado, entao essa lei nao vai ter muito efeito para mim, mas sim para o mercado. Todo mundo aqui sabe que por melhor que o curso seja, o profissional saido de lah vai ser necessariamente bom
Maio 8, 2008 às 4:21 pm
correcao..
Todo mundo aqui sabe que por melhor que o curso seja, o profissional saido de lah NAO vai ser necessariamente bom
Maio 9, 2008 às 12:44 pm
Eu tenho um curso tirado em 85 de basic e cobol!! Serve????
Mas trabalho na área desde 98 e à 1 ano tenho minha pequena oficina.
Será que vou poder continuar exercendo o que sei fazer? Ou querem que eu vire assaltante?? Ou melhor, acho que vou comprar um diploma no mercado negro.
É um absurdo essa lei, diploma não significa que é profissional no Brasil, vide os médicos, engenheiros, advogados,etc…
Pensem bem pra não votar no Eduardo Azeredo (não esqueçam, ele não desistiu de fechar a internet no Brasil…) e outros nas próximas eleições!!
Maio 9, 2008 às 5:09 pm
Rogerio:
Você não precisa procurar o mercado negro para comprar um diploma não, atualmente o MEC credencia qualquer botequim de esquina como apto a ministrar cursos de TI e fazer consórcios de diplomas.
No mais, sou formado em Ciência da Computação e atualmente curso Física Computacional na Universidade de São Paulo, e sou fortemente contra o referido projeto. Na minha opinião esse PL, redigido da forma como está, só beneficiará os profissionais incompetentes que se escondem atrás de um canudo, ostentando um conhecimento que sequer podem imaginar.
Maio 11, 2008 às 10:31 pm
Essa medida deve ser aprovada sim, porém é claro que a mesma precisa de alguns incrementos.
Mas o importante é a regulamentação da profissão. Hoje tem analistas que ganham micharia e engenheiros que exercem a profissão de analista. Isso sim é injusto.
Deve é regulamentar e claro, criarem um órgão que certifique de que a pessoa está apta a exercer a profissão, pois o que mais se tem hoje são pessoas que se formam e não sabem nada e outros que não são formados e sabem muito.
Agora quem não se forma, infelizmente não tem como correr atrás de melhorias, uma vez que o diploma hoje é condição necessária porém não suficiente…
Certificação e experiência hoje é que realmente comprova a competência.
Maio 12, 2008 às 3:50 pm
Eu sou totalmente a favor dessa lei.
Já passou da hora da área de Informática ser regulamentada. Quem já trabalha há muito tempo, não vai perder seu emprego: basta comprovar que já trabalhou mais de 5 anos.
É fato que o setor de Informática está abarrotado de maus profissionais e isso tem que acabar.
Somente com uma lei como essa é que o profissional poderá ser cobrado e responsabilizado por seus atos e, consequentemente, mais valorizado.
Com a regulamentação da lei, a assinatura de um analista, que hoje não vale nada, passará a ter algum valor. Desse modo, o profissional será muito mais requisitado.
Realmente, como vários já mencionaram, ter uma faculdade não significa ter conhecimento.
Mas tudo isso evolui como uma bola de neve: uma vez regulamentada a profissão, o profissional será mais cobrado; sendo mais cobrado, ele buscará conhecimento; buscando mais conhecimento ele se torna mais apto; tornando-se mais apto ele aumentará a concorrência; aumentando a concorrência, as faculdades terão de ser melhores para atender a demanda (uma vez que hoje elas perdem qualidade porque tem que “segurar” os alunos, ou seja, passando eles mesmo sem ter notas adequadas).
Com relação aos cursos, eu não acredito que este seja o grande problema. Os cursos descritos na lei são os cursos principais na área de computação. Uma vez aprovada a lei nós podemos discutir a inclusão de mais cursos que provávelmente ficará a cargo do CREI, assim como as de Engenharia são do CREA.
Pensem melhor amigos. O que não pode é ficar a zona que está.
Maio 12, 2008 às 10:39 pm
Bom pessoal
creio que a coisa não seja tão simples assim
acho que a regulamentação tem seus prós e contras
os prós são definições de pisos salariais, como um colega sitou anteriormente
tem engenheiros ganhando salário de analistas…
Agora, me desculpem os não formados, mas tenho 10 anos de experiência em desenvolvimento de sistemas, 4 em gerencia de desenvolvimento, e me formei ano passado, e junto ao último ano da faculdade fiz uma especialização em desenvolvimento Java. O que isso me agregou ? muiiiiiito, por mais que eu já sabia desempenhar minha função tive um conhecimento agregado muito grande, sem falar na qualidade. Temos ótimos auto-didatas, mas amigos auto-didatas, façam uma faculdade dessas que “vendem” diplomas, se já são bons o suficiente então tenham o diploma. Não tem sentido não tem uma regulamentação, imagine um “médico auto-didata” ou um engenheiro civil, daí vao me dizer, ah, mas é diferente ! diferente por que ? não é diferente não, a informática deve parar de ser banalizada, parar de ter observações como “o filho do meu vizinho MEXE”, poxa, temos que nos valorizar.
essa é minha opinião.
Maio 13, 2008 às 10:17 am
Sou dentista auto-didata.
Está com uma cárie? Ranco seu dente!
Gengivite? Ranco sua gengiva!
Aparelho dentário? Te dou arame para vc mascar!
Ciso? Bom, um pouco mais complicado, mas nada que um cordinha e uma maçaneta de porta não ajudem.
Ah, também faço pograma de computadô. Num tal de Delphi, facim facim que nem Excel.
Página de internet? Te faço no Word agora!
Quem precisar dos meus serviços, entre em contato 0800-picareta.
Maio 13, 2008 às 10:23 am
Minha posição coincide com a da SBC. Para quem tiver interesse, leia o FAQ que publicaram:
http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-faq.html
Aviso: os que desejam garantir seu emprego à força, pela criação de um conselho regulatório, esse FAQ é um belo banho de água fria. E a julgar pela atuação histórica dessa entidade, esse PL também cairá por terra. Quem quiser empregro, vai ter que demonstrar competência utilizando seu trabalho e não o diploma.
Maio 13, 2008 às 10:44 am
Acabo de ver um comentário que ilustra bem a desinformação das pessoas que estão registrando seus comentários.
Do colega J. Matias: “acho que a regulamentação tem seus prós e contras
os prós são definições de pisos salariais”
Este é um erro básico. Veja bem. A função de um conselho regulatório não é proteger o profissional. Essa tarefa cabe aos sindicatos de classe. Logo, um CREI da vida não vai lutar por pisos salariais ou coisa do tipo. O conselho, além de cobrar o registro dos profissionais atuantes, receberá denúncias, investigará a atuação do profissional, emitirá pareceres e, principalmente, intermediará questões entre as partes em litígio. E, conforme o caso, aplicará penalidades ao profissional, podendo chegar à cassação do registro e a proibição do exercício da profissão.
Claro que também há o mais importante de tudo, que se sobrepõe a qualquer coisa: eles também cobrarão anuidades, levantarão muito dinheiro e montarão um excelente cabide de empregos.
Só quero ressaltar um ponto: eu sei que há profissões que realmente justificam a existência de um entidade que regule o setor: medicina, direito, engenharia, etc. Mas não é, em minha opinião, o caso do setor de informática. Nada justifica a criação de um CREI. A não ser, claro, o desejo velado dos diplomados incompetentes de promover uma limpeza no mercado, para que assim, à força, consigam mais oportunidades.
Maio 13, 2008 às 11:07 am
Pra finalizar, vamos nos ater apenas à possibilidade da existência de um conselho regulatório. Como eu comentei, é parte da função de uma entidade deste tipo intermediar questões entre as partes. Um exemplo: o consumidor resolve registrar uma denúncia contra um profissional. O CREI, antes de qualquer decisão, claro, terá de investigar o ocorrido, emitir um parecer e definir um procedimento: arquivamento do caso ou aplicação de uma penalidade ao profissional.
Há um conceito do direito, universalmente reconhecido, que diz que não se pode imputar ao autor de uma obra intelectual, qualquer ônus sobre os prejuízos decorrentes do bom ou mau uso de sua obra. A menos que se trate de um erro crasso, obviamente. Isso porque o autor é um ser humano como outro qualquer e, portante, imperfeito e falível. Essa falibilidade é herdada por sua obra. Logo, do autor não se pode exigir, em primeiro momento, reparação total pelo prejuízo causado. Um acordo amigável entre as partes é o mais recomendado, nesses casos.
O que isso tem a ver com a possibilidade da existência de um conselho regulatório? Simples. Para que se possa chegar à conclusão de que o profissional foi inepto, deve-se analisar o que foi feito. Essa é a função do conselho: analisar os códigos fontes para saber se houve um erro crasso. Aí fica a dúvida: teria esse conselho competência técnica suficiente para analisar qualquer tipo de software, seja em qualquer linguagem de programação? Evidente que não. A não ser que, além da reserva de mercado de trabalho, também queiram padronizar as linguagens utilizadas.
Portanto, antes de aimentarem essa celeuma a respeito de proteção de mercado, pensem na aplicabilidade deste conselho. Só por esse fator de dificuldade na análise e julgamento de disputas, é fácil perceber que esse conselho não conseguirá cumprir uma de suas principais funções. Logo, sua existência não se justifica.
Maio 13, 2008 às 11:26 am
Esqueci de destacar mais um ponto:
Se na remota possibilidade do conselho poder analisar os fontes de um profissional, a fim de identificar o nível de sua responsabilidade pelo prejuízo causado, o máximo que ele poderá fazer é cassar o registro do profissional. Mas há dois problemas. Querer ter acesso ao código fonte bate de frente com as Leis 9608 e 9609, que dão ao autor de uma obra intelectual o direito ao sigilo sobre seu conteúdo. A não ser, claro, sob ordem judicial.
O segundo problema é a limitação da penalização. O consumidor prejudicado até poderá ficar satisfeito com a cassação do registro do profissional que lhe causou prejuízo. Mas um conselho desse tipo não tem poder legal para impor qualquer sanção financeira para a reparação do dano. Logo, o consumidor ainda assim terá de procurar a justiça comum, para pleitear o ressarcimento pelo prejuízo, dano moral, lucro cessante, etc.
Aí então fica a pergunta: pra quê perder tempo com um conselho que não poderá resolver o problema por completo? Bobagem. É bem melhor o consumidor recorrer diretamente à justiça comum.
Maio 13, 2008 às 12:50 pm
Se um profissional nao tem competecia ( nao e formado em CC/EC/SI) nao pode exercer a profissao …. nao adianta falar nada …
Exemplo:
Nao sou formado em medicina , posso exercer a profissao ??
e assim vai … direito, engenharias e afins ….
voces tem medo de que ??? voces nao tem skill para formar em algum curso ??
aff
Maio 14, 2008 às 10:00 am
Sobre o que o Paulo Buzinello disse a respeito do profissional sendo cassado não vai resolver nada eu discordo. Mesmo que o consumidor não seja ressarcido pelo prejuízo o profissional cassado não vai prejudicar mais nenhum consumidor. Ao contrário do que acontece hoje que o profissional faz merda e continua por aí fazendo cada vez mais bobagens.
Maio 14, 2008 às 10:03 am
Outra coisa sobre essa lei é sobre os profissionais que tenham comprovadamente mais de 5 anos de profissão poderão requerer o registro.
Na minha opnião essa lei tem que ser aprovada para aumentar o nível de profissionais, pois os melhores profissionais que não tem graduação com certeza já tem mais de 5 anos de profissão e não serão prejudicados.
Maio 14, 2008 às 8:05 pm
É preciso fazer mais que discutir em blogs… agente precisa impugnar este projeto.
Junho 27, 2008 às 6:43 pm
É, parece que o blog morreu.
Julho 27, 2008 às 12:06 am
Esta na hora de justiça, o médico fica na faculdade, o veterinário também, eles exercem funções distintas em várias áreas, Agora é a vez dos Analistas de Sistemas, SIM ao PLS 607. Quem tiver incomodado exitem muitas faculdades de livre acesso.
Agosto 1, 2008 às 10:20 pm
Vilmar, leia a droga do texto do projeto antes de falar besteira, não vê que está um absurdo? Eles acham que o único profissional que trabalha com informática é o Analista de Sistemas. O texto fala “Analista de Sistemas E outras profissões da área de informática”. Isso é absurdo, e não tem nada a ver com fazer faculdade ou não. Tem cursos voltados a outras profissões que simplesmente poderão ser contestados por causa da redação dessa lei, e quem se formou agora nesses cursos só vai se ferrar e perder o emprego.
Agosto 6, 2008 às 10:27 pm
Sou graduado e curso especialização e não concordo com o projeto. Acredito que a faculdade abre muitas portas, traz conhecimento, mas não somente nos cursos citados no projeto de lei. Tenho amigos que são matemáticos, administradores, engenheiros e tem uma grande competência. Quando terminei a faculdade, de 40 alunos da minha sala 3 tinham capacidade para trabalhar na área, foram os únicos que se deram bem na vida, tem um bom padrão de vida e bons ganhos, os outros o prórprio mercado tratou de selecionar. Atribuir a culpa de todos os problemas a outras pessoas que trabalham na área é deixar de olhar para seus problemas e jogar o problema pro estado. A área está aquecida, nunca um bom profissional de TI ganhou tanto dinheiro. Se essa lei for aprovada vai ser uma catastrofe, conheço poucas pessoas formadas nos cursos citados que tem a capacidade para trabalhar. (Para vocês terem idéia tinha gente que se formou comigo que não sabia o que era um Modelo de Dados) O mercado não vai poder parar, as empresas vão começar a mandar o trabalho para fora e todos nós perdemos.
Setembro 4, 2008 às 9:07 am
SOU TOTALMENTE A FAVOR DESTA LEI E FAREI TUDO PARA SER APROVADA. Só quem estudou e fez uma faculdade de Informatica e perdeu tempo sabe o quanto é dificil um Engenheiro, um Matemático ou até mesmo um Dentista TOMAR sua vaga. AGORA vai VOCÊ ! querer SER UM ENGENHEIRO CIVIL, assinar como tal ou Exercer o OFICIO, VOCE vai poder????É CLARO QUE NÃO!!!!!Então ta aí a injustiça! O Advogado tem OAB, o Engenheiro tem CREA, O Medico CRM e o Analista???? nada né, qualquer um pode exercer o Oficio de TI, assim paga-se pouco, toma-se o lugar de quem cursou e optou pela profissão certa e VOCE que estudou, tentar ser Advogado? no mínimo vai ser preso. Tem muita gente falando bobagem que não quer que seja aprovada a lei, porque são Pscologos, Matemáticos etc….Porque eles não escolheram a faculdade certa? Porque não fizeram uma faculdade de TI? Foram frustados na escolhas deles e agora qualquer um trabalha com Informatica. Outro aspecto é: Trabalhar com dados de empresas não é para amadores ou gente que fez um cursinho qualquer, hoje com a maioria das empresas com ações na bolsa, tem que ser OBRIGADOTÒRIO um analista credenciado que responda pelas informações e se responsabilize por elas. O profissional de TI é mais do que um simples desenvolvedor, ele é responsável pela integridade dos dados de uma empresa. Pensem nisso profissionais formados em TI, agora para aqueles que se formaram em outra carreira, por favor, voltem a profissão de onde vieram ou especialize-se em TI em uma faculdade, pois só cursinho não dá, alguem já viu “cursinho de Advogado?. Grato
Setembro 4, 2008 às 2:03 pm
Concordo com a regulamentação da profissão e com a criação de um conselho de classe. Sou formada desde 1997, e tenho amigos formados em outras cadeiras que não precisam passar por esse drama … Gente a PLS 607 não diz que se vc não for formado não terá direito ao registro. Nesse ponto tem a flexibilidade de quem já exerça a profissão se adequar (4 anos de profissão), e que tiver menos terá que procurar os meios competentes para se formar.
Em outros conselhos de classe, com a existência das novas categorias, vão sendo incluídas de acordo com as demandas.
Estou torcendo para que seja aprovado o quanto antes.
Setembro 16, 2008 às 11:14 pm
É diferente, dar consultoria juridica qualquer um pode dar.
O que eu vejo, é que quem é a favor da lei, é porque não tem competência para
ganhar dinheiro no mercado, e fica reclamando da vida. Pelo amor de deus, nunca a area esteve tão aquecida.
Outubro 18, 2008 às 11:29 pm
Sei que a regulamentacao da profissao possa gerar problemas de falta de mao de obra nas empresas, mas mesmo assim sou a favor da regulamentacao da profissao. Como um engenheiro responde por um predio que venha a desabar, o analista de sistemas deve ser responsavel por eventuais prejuizos que sei erro possa ocasionar. Alehm do mais, hoje a grande maioria dos profissionais de informatica sao vistos como um qualquer, que sabe tanto quando um adolescente de 15 anos perante a sociedade. Precisamos nos dar valor e valorizar a nossa profissao. Sou contra este site.
Novembro 12, 2008 às 7:45 am
Achei uma boa sacada este projeto. Já estava mais que na hora de organizar a área da computação. Este projeto de lei tem meu apoio!
Novembro 27, 2008 às 12:48 am
Pensar só no seu nariz é muito fácil, várias pessoas que não possuem certificação em TI atuam na área de informática e são realmente boas! Podem ser diversas as aptidões, talvez a idéia da lei possa ter até boa intenção pensando na defesa e valorização dos cursos de sistemas e ciência da computação. Mas já pensaram se toda pessoa que for abrir uma empresa precisar ter curso de administração? Creio que ninguém tenha pensado nisso por aqui, pois é!!
Concluindo, não iria funcionar assim como eu acho difícil na prática essa lei referida aqui ir para frente.
Att
Renan Macedo
Novembro 28, 2008 às 5:48 pm
Caros Colegas!
Importante sim a reflexão sobre o tema.
No entanto, salvo engano, ao observar o link sobre a PLS citada (http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/getHTML.asp?t=11569), a discussão esvazia-se ao ler os parágrafos III do Art.2º, e II do Art.3º, do Título I (Do exercício da profissão de analista de sistemas e atividades relacionadas com a informática), respectivamente: analista de sistemas e técnico de informática.
Por já ter prestado serviços a um Conselho de Classe (no caso o de Enfermagem), cuja profissão passou por semelhante regulamentação entendo a preocupação, dos profissionais que já atuam na área. No caso da enfermagem existia uma curso específico e hoje existem os cursos de nível médio técnico, superior, e é claro a possibilidade de todos se qualificarem para alcançar postos maiores. E inúmeras outras profissões poderiam ser citadas como exemplo: farmácia, Biomedicina, etc.
É evidente que a legislação visa regular as atividades, e não DESEMPREGAR quem já atua na área. Mas sim, RESGUARDA e acima de tudo FISCALIZA a área de atuação de cada perfil profissional. E sim limita a entrada de NOVOS profissionais sem a formação adequada.
Isso no mínimo forçará a qualificação do profissional que deseja atuar na área, e poderá inclusive afetar positivamente a qualidade do que é repassado nas instiuições formadoras de profissionais.
Ao menos é o entendimento mais razoável em relação aos parágrafos citados anteriormente.
Att
Dorival Sobreira Filho
Janeiro 26, 2009 às 8:05 pm
Sou favorável à regulamentação relativa aos profissionais de informática(PS 607/07).
Sem regulamentação profissional, não há como responsabilizar um profissional ou estabelecer suas obrigações e direitos. Além disso, toda profissão de respeito tem seu conselho regulador.
Att
Ricardo Magliano
Janeiro 30, 2009 às 3:40 pm
Claro que sou a favor da PL, com certeza quem não é pq não tem qualificação e fica com medo de perder seus empregos, pessoal se vc nao tem formação academica, esta na hora de procurar faze-lo. Esta regulamentação é muito necessária para nao continuar esse mangue que se tornou trabalhar com info no Brasil.
Agosto 18, 2009 às 12:49 pm
O projeto de lei está na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, de amanhã (19/08/2009):
http://tinyurl.com/lb2b2k
A CCJ pode ser acompanhada pela TV Senado, 19/08/2009 às 10h.
Agosto 27, 2009 às 1:36 pm
Pelo texto da lei então teremos a figura do responsável técnico, da mesma forma como nas indústrias farmacêuticas, isto é até um argumento dado por alguns e que tenho visto por aí, de que com está regulamentação teremos um “Conselho Federal ou Regional”, idem a médicos, farmacêuticos, dentistas, advogados etc…
Bom, sendo assim, eu só quero saber quem vai ser o corajoso de assinar que um software não contém bugs, problemas, desvios etc. Quero saber quem vai ser esta pessoa, pois, aí pergunto a todos, alguém já viu um hospital fechar por um erro médico, um escritório de advocacia fechar por um erro de um advogado, uma clinica odontológica fechar por um erro de um dentista ou mesmo uma indústria farmacêutica fechar por um erro em um remédio, não, ninguém nunca viu isso e sabe por quê? Porque neste caso o culpado é o médico, advogado, o dentista e o responsável técnico farmacêutico. Sendo assim, esta regulamentação será muito boa para empresas que vendem softwares, pois não existe um livre de bug, mas neste caso terão em quem colocar a culpa que claro não será mais da empresa que desenvolveu o sistema e sim o “Responsável Técnico” e vai ser muito bom para nós porque neste caso teremos a nossa “licença de trabalho” cassada e nunca mais poderemos desenvolver uma linha de código que possa ser vendida.
Ah, e detalhe, para aqueles que argumentam que é muito ruim ver um profissional de outra área roubar o nosso emprego eu só tenho uma coisa a falar. Todas as pessoas que conheço que trabalham em nossa área estão empregadas e nunca tiveram problemas em arranjar um emprego, podem claro, estar numa empresa ruim ou numa situação não tão boa no momento, mas todos estão e sempre estiveram empregados, isto porque o mercado e informática é muito bom em ofertas de emprego e sempre há espaço para bons profissionais. Se uma pessoa não consegue arrumar um emprego agora imagina amanhã com uma regulamentação que irá criar um “Conselho Federal ou Regional” e os mesmos tiverem a grande idéia de estabelecer um prova de aptidão, igual a que é feita pela OAB. Se o cara não tem capacidade de mostrar as suas qualidades agora pra arrumar um emprego imagina ter que fazer uma prova dessas pra só depois ter a “licença” de desenvolver softwares. Bom, essa pessoa será mais uma daquelas que vemos na TV que cursaram direito e não conseguem trabalhar como advogado, pois não passam na prova da OAB.
Triste o nosso país com representantes de araque e mais triste ainda o nosso país com um povo que se ilude achando que a vida é uma novela e que no fim os mocinhos vencem.